Fotografias do projecto "Na pele do Outro"

5 de novembro de 2010

Reflexão da semana de 1 a 5 de Novembro

Esta semana foi horrível! Foi muito trabalhosa para mim.
Passei a semana a corrigir a planificação, as tarefas e todos os outros documentos que a professora ia lendo no nosso grupo; com a ajuda da patrícia, construímos a tabela para avaliação da actividade e a lista dos materiais a utilizar; também fui buscar a cadeira de rodas para a actividade.
Aprendi que as planificações sofrem muitas alterações e que hoje em dia temos de pensar primeiro em nós, e só depois nos outros e que amigos não existem, simplesmente são colegas de trabalho e que temos de conseguir ultrapassar as dificuldades por nós próprios para sermos bem sucedidos. 
Foi uma semana cheia de dificuldades, por isso mesmo é que eu digo que foi uma semana horrível. Tive muitas dificuldades nas correcções da planificação e das tarefas; sofri imenso esta semana pois tive de trabalhar muito por mim e pelo grupo e infelizmente só tenho duas mãos e não consigo fazer tudo eu própria. Ainda não consegui ultrapassar as dificuldades desta semana, mas tenho tido uma ajuda muito especial da Patrícia Lopes e também a ajuda da professora para corrigir a planificação e as tarefas.
Espero que a próxima semana seja mais calma e que consiga ser bem sucedida no projecto.

29 de outubro de 2010

Reflexão da semana de 25 a 29 de Outubro

Para mim esta semana foi muito calma! O meu grupo funcionou bem e realizamos todas a tarefas a serem executadas esta semana.
O que fiz: realizei com o meu grupo as correcções da planificação e da sinopse, atribuímos uma cor a cada diferença e as tarefas para essas mesmas diferenças, realizamos o esboço do sitio onde irá ser realizada a actividade e por fim fui fazendo actualizações no meu portefólio digital.
O que aprendi: penso que esta semana ajudou-me a compreender como posso realizar uma sinopse pois nunca tinha realizado nenhuma e também consegui melhorar na construção de uma planificação, onde ainda tinha algumas dificuldades.
Dificuldades: por mais planificações que já tinha realizado ainda restavam algumas dúvidas nas realizações das mesmas. Esta dificuldade foi ultrapassada com sucesso com a ajuda da professora ao retirar-me as dúvidas e também pela ajuda do grupo em conseguirmos trabalhar bem e por nos ajudarmos uns aos outros.

27 de outubro de 2010

Planificação do trabalho de grupo

Sinopse


“Na Pele do Outro”

No âmbito da disciplina de Área de Estudo da Comunidade, iremos realizar o projecto “ Na pele do outro”.
Temos como objectivo sensibilizar a comunidade escolar para as dificuldades que pessoas ditas “diferentes” sentem no dia-a-dia e fazer com que a população “sinta na pele” essas mesmas dificuldades;
O projecto consiste na realização de um circuito com alguns exemplos de dificuldades encontradas por essas pessoas na nossa sociedade nomeadamente: invisuais, daltónicos, paraplégicos, anões, entre outros.
Este projecto irá ser executado no recinto da Escola Secundária Damião de Goes, no dia 5 de Novembro de 2010, das 12:30 às 15h, por cinco alunos da turma do 12º ano do curso profissional de animador sociocultural.


Grupo: Cátia Leal, Ivo Cristóvão, Patrícia Arsénio, Patrícia Lopes Dias e Raquel Pereira.


26 de outubro de 2010

Reflexão das acividades que realizamos na semana de 18 a 22 de Outubro

Na sala de aula:
As actividades foram interessantes. Para mim, não devemos julgar os outros pela aparência, pelas suas dificuldades ou seja lá pelo que for, porque somos todos diferentes e todos iguais ao mesmo tempo! Ao realizar as dinâmicas na aula senti que tinha dificuldade na orientação pela sala, dificuldade na compreensão, tinha falta de segurança, dificuldades em conseguir-mos expressar por gestos, dificuldade em localizar-me quando estava de olhos fechados, senti revolta por não me conseguir expressar-me como queria utilizando os gestos e uma certa dependência de outros para realizar algumas tarefas, como por exemplo segurar na folha para eu conseguir escrever o meu nome sem a utilização dos membros superiores. 

Com a turma do 11º ano:
Actividade que a turma de asc do 11º ano realizou para nós foi muito interessante, nunca pensei que iria ser sobre a diferença e a meu ver foi um objectivo superado. Todas as diferenças que eles trataram são de uma enorme revolta para mim, pois penso que é a sociedade que faz com que exista estas diferenças e que faça com que as pessoas que não andam, que não vêem ou que simplesmente não falam se sintam distantes de todas as outras pessoas ditas normais. Espero que isto mude na nossa sociedade e que consigamos ser todos normais ao olho de cada um!

Reflexão da semana de 18 a 22 de Outubro

A meu ver, esta semana fizemos a introdução a um dos módulos mais importantes! Este módulo tem como título: Representação social da diferença e intervenção sociocultural, como o nome nos diz, iremos retratar o que é ser diferente, o que é ser normal, algumas questões étnicas e culturais, a importância multiculturalidade e interculturalidade, entre outros subtemas. Formámos grupos para a realização de pequenos projectos com vista a sensibilizar a população que nos rodeia. O meu grupo é formado por: mim, Ivo, Patrícia arsénio, Raquel e Patrícia Lopes e chegamos à conclusão que vamos trabalhar na escola, queremos dar a perceber à população escolar alguns dos problemas que existem no dia-a-dia de muitas pessoas que por vezes a população nem imagina que existem.
Esta semana foi calma, realizei algumas actividades com a turma de modo a percebermos algumas das dificuldades: visuais, auditivas e motoras. Também realizei a planificação de grupo com os meus colegas e definimos tarefas para que o trabalho seja realizado por todos os elementos do grupo e que haja interacção entre nós.

20 de outubro de 2010

Vídeo acerca do tema: " A Diferença"

Ver filme: Fazendo a diferença!!

Encontrei no youtube um vídeo acerca do primeiro tópico que estamos a abordar no módulo 9. A meu ver, é uma maneira diferente de sensibilizar a sociedade deste grande problema que existe entre nós. O vídeo fala sobre algumas histórias de pessoas que infelizmente ainda são vista na sociedade como diferentes.

O que é ser diferente?

De acordo com Manuel Francisco Costa, portador de paralisia cerebral ser diferente é: “Diferente no aspecto físico, diferente na mobilidade, diferente na expressão oral, diferente nos movimentos, diferente até na forma de viver, diferente em quase tudo.

Milhões de pessoas confundem o verdadeiro significada da palavra “diferente” e não hesitam em ligarem à palavra “deficiente”,  mas, geralmente, não o fazem correctamente, como as pessoas deficientes merecem. Muitas vezes, na opinião do senso comum, deficiente é ser coitadinho, incapaz, inválido, aleijado, impotente, anjinho, e tantas outras palavras que ferem e revoltam quem é tratado com tais adjectivos! Esses, desistiram há muito da vida, talvez porque também concordarem, em parte, com os tais milhões, e deixam-se estar na caminha a ver novelas, e a comerem o pãozinho que a pensão miserável dá para comprar, é mais fácil para todos. Quantas casas portuguesas alojam uma pessoa assim? Muitas, seguramente!”

http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:nveCPctv_v0J:www.pcd.pt/bibliotec/.doc/Ser%2520diferente1.doc+o+que+%C3%A9+ser+diferente&cd=2&hl=pt-pt&ct=clnk&gl=pt&client=firefox-a

Conteúdos do módulo 9

    http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTQbNsajeZ52SRKv4clNiniN9gHHWyq29yLzfBoQ-HPNA67JH0&t=1&usg=__9GIwCd6aE-rt2rZR7BToaUgwMas=
  • Ser diferente versus normal
  • As questões étnicas e culturais
  • Os emigrantes e as suas culturas
  • A importância da multiculturalidade e interculturalidade na sociedade actual
  • A saúde mental e as suas implicações em ser “normal”
  • O processo de envelhecimento
  • O papel do idoso na vida social, familiar, económica e politica – o que é ser velho
  • Os aspectos individuais e colectivos da vida – os factores genéticos, biológicos, físicos, químicos e nutricionais e os aspectos psicológicos, sociológicos, económicos e comportamentos ambientais
  • As questões do género

Introdução ao módulo 9: Representação social da diferença e intervenção social

http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSjt8uUxnaKm5AElYZdpr1Q3Y-kDAeXhHyymwtxPAXC0h4q2-k&t=1&usg=__TzsU00X5HuL7d7OICIz89A58quk=

Será que o pensamento sobre diferença acontece na nossa sociedade?
Esta foi a maneira mais divertida que encontrei para realizar a introdução ao módulo 9 : Representação social da diferença e intervenção social. este módulo irá ser trabalhado/abordado de forma diferente, iremos realizar trabalhos de grupo acerca do tema.

8 de outubro de 2010

Reflexão da Semana de 4 a 8 de Outubro

O que fiz: realizei pesquisas acerca dos temas: taxa de actividade, taxa de desemprego, direitos e deveres do trabalhador e do animador; e realizei resumos desta mesma matéria.
O que aprendi: aprendi como se realiza as contas para saber como se vê a taxa de actividade e de desemprego, quais os direitos e deveres do trabalhador e do animador.
Dificuldades: nesta semana não senti dificuldades, até porque os temas que abordamos, já os tínhamos abordado no ano anterior na disciplina de Sociologia e Área de Integração.

7 de outubro de 2010

O que penso acerca dos direitos e deveres do Animador Sociocultural

A meu ver,  o animador sociocultural  terá uma enorme relevância no que diz respeito à segurança das crianças, e não só, também de idosos e pessoas portadoras de algum tipo de deficiência ou todas as outras que por algum motivo ainda não tiveram a devida atenção.
Concluindo, o animador não é só parte do nosso lazer, é sim parte do nosso lazer em SEGURANÇA!

Direitos e Deveres do Animador Sociocultural

O animador sociocultural, tal como todos os trabalhadores de outras áreas, tem direitos e deveres, que em seguida vão ser expostos:

Direitos
->
Direito de participação;
->
Direito à formação e informação para o exercício da sua função;
->
Direito ao apoio técnico, material e documental;
-> Direito à segurança na actividade profissional;

-> Direito à negociação colectiva.

Deveres

->
Contribuir para a formação e realização integral dos indivíduos, promovendo o desenvolvimento das suas capacidades, estimulando a sua autonomia e criatividade, incentivando a formação de cidadãos civicamente responsáveis e democraticamente intervenientes na vida da comunidade;
->
Reconhecer e respeitar as diferenças socioculturais dos membros da comunidade, valorizando os diferentes saberes e culturas, combatendo processos de exclusão e discriminação, promovendo a interculturalidade;
->
Colaborar com todos os intervenientes da animação sociocultural, favorecendo a criação e o desenvolvimento de relações de respeito mútuo;
->
Participar na organização e assegurar a realização das actividades de animação sociocultural;
->
Sigilo profissional, respeitando a natureza confidencial da informação relativa aos cidadãos;
->
Reflectir sobre o trabalho realizado individual e colectivamente;

Retirado em:  23 de Setembro de 2010
http://supremaciadavida.blogspot.com/2008/09/direitos-e-deveres-do-animador.html

Direitos e Deveres do Trabalhador

Direitos:
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdpWruw1qGotKDy0jh4eTRtdr6mNQA5IK4P85uI1qx1eRO_tkAPTR6YxV_n-O11lLHl51tVrvm9lp23thzx6vGKatSM-1JLuLglqZE-Wb5vM4uKzCffNx0ahWBe7Dh9kMyL28bon-xRaWM/s400/direitos+e+deveres+das+crian%C3%A7as.jpg1. Todos os trabalhadores, sem distinção de idade, sexo, raça, cidadania, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, têm direito:
a) À retribuição do trabalho, segundo a quantidade, natureza e qualidade, observando-se o princípio de que para trabalho igual salário igual, de forma a garantir uma existência condigna;

b) A organização do trabalho em condições socialmente dignificantes, de forma a facultar a realização pessoal e a permitir a conciliação da actividade profissional com a vida familiar;

c) A prestação do trabalho em condições de higiene, segurança e saúde;

d) Ao repouso e aos lazeres, a um limite máximo da jornada de trabalho, ao descanso semanal e a férias periódicas pagas;

e) À assistência material, quando involuntariamente se encontrem em situação de desemprego;

f) A assistência e justa reparação, quando vítimas de acidente de trabalho ou de doença profissional.

2. Incumbe ao Estado assegurar as condições de trabalho, retribuição e repouso a que os trabalhadores têm direito, nomeadamente:

a) O estabelecimento e a actualização do salário mínimo nacional, tendo em conta, entre outros factores, as necessidades dos trabalhadores, o aumento do custo de vida, o nível de desenvolvimento das forças produtivas, as exigências da estabilidade económica e financeira e a acumulação para o desenvolvimento;

b) A fixação, a nível nacional, dos limites da duração do trabalho;

c) A especial protecção do trabalho das mulheres durante a gravidez e após o parto, bem como do trabalho dos menores, dos diminuídos e dos que desempenhem actividades particularmente violentas ou em condições insalubres, tóxicas ou perigosas;

d) O desenvolvimento sistemático de uma rede de centros de repouso e de férias, em cooperação com organizações sociais;

e) A protecção das condições de trabalho e a garantia dos benefícios sociais dos trabalhadores emigrantes;

f) A protecção das condições de trabalho dos trabalhadores estudantes.

3. Os salários gozam de garantias especiais, nos termos da lei.


Deveres:
a)Respeitar e tratar o empregador, os superiores hierárquicos, os companheiros de trabalho e as pessoas que se relacionem com a empresa, com urbanidade e probidade;

b)Comparecer ao serviço com assiduidade e pontualidade;

c)Realizar o trabalho com zelo e diligência;

d)Participar de modo diligente em acções de formação profissional que lhe sejam proporcionadas pelo empregador;

e)Cumprir as ordens e instruções do empregador respeitantes a execução ou disciplina do trabalho, bem como a segurança e saúde no trabalho, que não sejam contrárias aos seus direitos ou garantias;

f)Guardar lealdade ao empregador, nomeadamente não negociando por conta própria ou alheia em concorrência com ele, nem divulgando informações referentes à sua organização, métodos de produção ou negócios;

g)Velar pela conservação e boa utilização de bens relacionados com o trabalho que lhe forem confiados pelo empregador;

h)Promover ou executar os actos tendentes à melhoria da produtividade da empresa;

i)Cooperar para a melhoria da segurança e saúde no trabalho, nomeadamente por intermédio dos representantes dos trabalhadores eleitos para esse fim;

j)Cumprir as prescrições sobre segurança e saúde no trabalho que decorram de lei ou instrumento de regulamentação colectiva de trabalho.

Taxa de Actividade e Taxa de desemprego

Os elementos que representam a população activa são: empregados + desempregados + militares + jovens à procura de emprego.
                Taxa de actividade = População Activa x 100
                                                           População total

Exemplo:

Taxa de desemprego = nº de desempregados x 100
                                                  População activa

Exemplo: taxa de actividade é igual a 48%, então quer dizer que em cada 100 elementos da população activa, 48 fazem parte dos desempregados.
Os elementos que pertencem à população inactiva são: crianças + idosos + reformados + estudantes + deficientes + domésticas.

(Apontamentos realizados por mim na disciplina)

Taxa de desemprego

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjBpVey9Gg9rcCJd4VSQDXG-bbcsCbSOqYsvAfcmiXse3HwFFlW1AtKk9y2Jxj4tzrbxRv4tDOfgPZnUhY_v1Ifr5b0Wv6auzzkAUNyXTIWgwsLXPZmZk6t_OO8atRvP4SOppijJA9FNOg/s1600/Desem_1.jpg

taxa de desemprego representa o percentual de pessoas capazes de exercer uma profissão e que procuram um emprego remunerado, mas que, por diversas razões, não entram no mercado de trabalho. Também podem estar incluídos na taxa de desemprego aqueles que exercem trabalhos não-remunerados. A taxa de trabalhadores desempregados é o número de desempregados dividido pela força de trabalho total.

Retirado em: 7 de Outubro de 2010
http://pt.wikipedia.org/wiki/Taxa_de_desemprego

Taxa de Actividade

[Tx_actividade1.jpg]Taxa de Actividade
Taxa que permite definir o peso da população activa sobre o total da população.T.A. (%) = (População activa / População total) x 100

População activa
Conjunto de indivíduos com idade mínima de 15 anos que, no período de referência,constituem a mão-de-obra disponível para a produção de bens e serviços que entram no circuito económico (empregados e desempregados).

Retirado em: 7 de Outubro de 2010
http://numerosenumeros.blogspot.com/2007/04/taxa-de-actividade.html

2 de outubro de 2010

Reflexão da semana de 27 de Setembro a 2 de Outubro

O que fiz: fiz algumas pesquisas sobre as formas de trabalho, algumas dicas para abordar o tema do Fordismo, o que é o Desemprego, tipos de desemprego, Causas e consequências do desemprego e as medidas de combate ao desemprego.
O que aprendi: para mim foi muito importante abordar todos estes temas pois são muito importantes para nós animadores, mas também para toda a sociedade. É algo do nosso quotidiano.
As dificuldades: encontrei algumas dificuldades na compreensão de  alguns texto que retirei da Internet acerca do tema: o desemprego e as suas causas e consequências. mas ultrapassei estas mesmas dificuldades ao falar com a professora da disciplina, com os meus colegas e lendo os apontamentos que adquiri ao longo das aulas.

1 de outubro de 2010

Medidas de Combate ao Desemprego

Algumas das medidas para combater o desemprego: 
  1. Lançamento de um plano de estímulo orçamental virado para a criação de emprego, 
  2. Baixa de impostos e das taxas de segurança social para os salários mais baixos e para os trabalhadores mais jovens, 
  3. Aumentar a idade de escolaridade obrigatória, 
  4. Criação de incentivos financeiros à continuação dos estudos durante as idades de 18 a 24 anos, 
  5. Aumento dos lugares disponíveis nos níveis superiores de ensino, 
  6. Aumento das acções de formação para a profissão de professor,
  7. Criar directamente empregos através da construção de infraestruturas. 
Retirado em:  29 de Setembro de 2010
http://e.conomia.info/artigos/867/sete-propostas-para-combater-o-desemprego-em-tempo-de-crise

Causas e Consequências do Desemprego

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiq0e8VJmZQzR7aSf40tQxQWiiSLU2vKINCnrw0V5og2RMcg6hQvglsnwBI7MuUoPJjf5BFQyTFTQ7t7oYN_oQbvCj93TtgwHsNypGPBa5-MIY8GZa8j9JeRCX562EE7Ai93S46unkJNCY/s1600/desemprego.jpgAlgumas das causas: o desenvolvimento tecnológico, a globalização, os serviços, a desindustrialização (o fecho da industria) , o excesso de concentração da renda, os modernos métodos de gestão.

As consequências: um encargo para a sociedade, provoca a subida dos preços, surgimento de um mercado negro de trabalho. 

Retirado de: 30 de Setembro de 2010
Graça, M. Luísa e, Pinto, Pedro L., Economia, 10º Ano, Edições ASA, 2003, 1ª Edição, pág. 79 à 85

Filmes sobre o Desemprego

Desemprego

O tema do vídeo é sobre a qualidade de vida do desempregado.
Algumas pesquisas indicam que o desemprego informal retira mais pobreza do que o desemprego formal. a maioria das pessoas encontram-se no desemprego devido à idade, estatuto social pois são o maior obstáculo para a obtenção de emprego.

O Desemprego


O desemprego ocorre quando uma pessoa está actualmente sem trabalho mas disponível e disposta a trabalhar. A prevalência de desemprego geralmente é medida, utilizando a taxa de desemprego, que é definida como a percentagem de pessoas na força de trabalho que estão desempregados. A taxa de desemprego também é utilizada em estudos económicos e índices económicos.

A economia keynesiana destaca o desemprego resultante da procura efectiva insuficiente de bens e serviços na economia (desemprego cíclico). Outros apontam para problemas estruturais e com falta de eficiência correspondente ao mercado de trabalho, desemprego estrutural envolve os desequilíbrios entre a oferta e a procura de trabalhadores com o conjunto de habilidades necessárias, às vezes induzida por tecnologias revolucionárias ou globalização.

A economia clássica visa a rejeitar estas explicações, e concentra-se mais na rigidez imposta no mercado de trabalho a partir do exterior, como a sindicalização, as leis de salário mínimo, taxas e outros regulamentos que podem alterar a contratação de trabalhadores (desemprego clássico).

A economia comportamental destaca fenómenos tais como exclusão social e salários baixos que pode levar ao desemprego. 


(retirei as ideias sobre o tema de um trabalho realizado no ano anterior)

Definição de Desemprego

Situação decorrente da inexistência total e involuntária de emprego do beneficiário com capacidade e disponibilidade para o trabalho, inscrito para emprego no centro de emprego.
O requisito de inexistência total de emprego considera-se ainda preenchido nas situações em que, cumulativamente com o trabalho por conta de outrem, cujo contrato de trabalho cessou, o beneficiário exerce uma actividade independente cujos rendimentos não ultrapassem mensalmente 50% da
retribuição mínima mensal garantida.

Retirado em: 8 de Outubro de 2010
http://www.cantinhodoemprego.com/index.php/emprego/desemprego/530-proteccao-no-desemprego-conceitos.html

30 de setembro de 2010

filme sobre o tema : Taylorismo e Fordismo

Taylorismo e Fordismo



Retirei este vídeo do youtube pois irá ajudar-nos na compreensão das pesquisas que introduzi anteriormente acerca do mesmo tema.

Fordismo

Na segunda teoria construída, conhecida como fordismo, acelera o conceito de uma única produção de forma a intensificar as possibilidades de economia de escala no processo de montagem e assim obter-se preços mais baixos. Henry Ford (carros da Ford), com o seu tradicional exemplo do Ford T, ao se auxiliar da moderna tecnologia electromecânica, ele desenvolve peças de alta precisão que elimina a necessidade de ajustamento e, consequentemente do próprio mecânico ajustador. Sem a necessidade de ajuste, a montagem pode ser taylorizada, levando a que os mecânicos semi-qualificados se especializassem na montagem de pequenas partes (esteira rolante).
Ele adoptou três princípios básicos:
1) Princípio de Intensificação: Diminuir o tempo de duração com o emprego imediato dos equipamentos e da matéria-prima e a rápida colocação do produto no mercado.
2) Princípio de Economia: Consiste em reduzir ao mínimo o volume do material da matéria-prima em transformação.
3) Princípio de Produtividade: Aumentar a capacidade de produção do homem no mesmo período (produtividade) por meio da especialização e da linha de montagem. O operário ganha mais e o empresário tem maior produção.

Taylorismo

               No contexto de se aumentar a produtividade do trabalho, surge o método de administração científica de Frederick W. Taylor (Taylorismo): para ele o grande problema das técnicas administrativas existentes consistia no desconhecimento, pela gerência, bem como pelos trabalhadores, dos métodos óptimos de trabalho.
               Com este acontecimento ocorreu uma diminuição do tempo ocioso, a busca dos métodos óptimos, seria afectada pela gerência, através de experimentações sistemáticas de tempos e movimentos, uma vez descobertos, os métodos seriam repassados aos trabalhadores que transformavam-se em executores de tarefas pré-definidas.

Dicas para abordar o tema do Fordismo


Enquanto estive a pesquisar na Internet, encontrei uma dica, e aqui fica:
Um filme interessante que aborda o fordismo é “Tempos Modernos”, produzido e estrelado por Charles Chaplin. O filme faz uma crítica ao sistema de produção em série, além de mostrar a combalida economia norte-americana após a crise económica de 1929.

29 de setembro de 2010

Tipos de Desemprego

Tipos de desemprego:
  • desemprego estrutural
  • desemprego tecnológico
  • desemprego de longa duração
  • desemprego cíclico
  • desemprego temporário
O desemprego estrutural está ligado às capacidades intrínsecas da sua economia. Esta é o excesso de mão-de-obra empregada na agricultura, levando à acumulação de desemprego.

O desemprego tecnológico resulta da substituição do Homem pela máquina.
O desemprego de longa duração consiste nas pessoas que estão no desemprego à um ano ou mais.
O desemprego cíclico resultou de uma crise e que afecta a actividade económica.
O desemprego temporário está relacionado com uma mudança estrutural (mudança de longo prazo) assim é necessário tempo para que os agentes económicos estabeleçam com as novas estruturas económicas.

Retirado em:  29 de Setembro de 2010
(retirei alguma informação das folhas fornecidas pela professora e da internet
C:\Users\xpto\AppData\Local\Temp\pro2208_aula_21.pdf)

Formas de trabalho


Nas sociedades primitivas havia a divisão do trabalho que se baseava na idade e no sexo: os homens dedicavam-se à caça e à pesca, enquanto as mulheres à colheita de frutos e vegetais e ao trabalho caseiro.
No período da recolha o homem limitava-se à utilização dos recursos naturais, com a descoberta de instrumentos de captura e de utensílios, o homem começou a colher, a semear e a caçar facilmente. Este fez com que surgisse a primeira grande divisão do trabalho, em que os pastores à criação de animais enquanto os agricultores dedicavam-se cultivação.
Com isto começou a existir mais alimentos o que levou à revolução neolítica, criando assim a segunda grande divisão do trabalho onde alguma população dedicou-se à produção de bens alimentares e de novos instrumentos de trabalho, enquanto que outra parte da população dedicou-se à produção de utensílios, ferramentas de madeira, metal e cerâmica (dividiram-se os agricultores e pastores para um lado e artesão para outro).
Com a divisão social do trabalho, surgiu uma nova classe que se dedicavam ao comércio e com isso nasceu uma nova divisão do trabalho constituída por agricultores, pastores, comerciantes e artesãos.
A meu ver a animação sempre existiu e ela acompanha-nos a todos desde que nascemos até que morremos. A Animação como método interventivo começou na década de 60, surgindo assim em Portugal após o 25 de Abril de 1974, esta apareceu em todo o mundo em meados das décadas de 70 e 80, esta foi criada no âmbito das dimensões culturais, sociais e educativas, como forma de preservar e recuperar o património cultural, reinserir as pessoas nas suas comunidades.


(http://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:RaMHUiPl44wJ:prof.santana-e-silva.pt/EGI_grh/trabalhos_07_/PPT/Formas%2520de%2520Trabalho%2520e%2520seu%2520Enquadramento.pdf+Formas+de+trabalho&hl=pt-PT&gl=pt&pid=bl&srcid=ADGEESjKyXLSWG0FsgRkhMzQDs0SJ5fmjQYC15nyP1R72bgfAWDwRu773Wl7y6w_hFSek6ll-40AQDgjPEqZUHYVuHBK7RYy0JEqKWZtPksowajKKyoG_8q_-9hvTg-n84BqFhnJHImW&sig=AHIEtbQ-R2fw_9VBoJaET5vqhBTMhVga1w)

24 de setembro de 2010

Reflexão de Semana de 20 a 24 de Setembro

Esta semana foi divertida!Adorei a ideia de construirmos um portefólio digital pois será muito mais fácil trabalharmos, iremos ter mais facilidade em consultar a matéria noutras alturas e também irá ser mais fácil para a professora.
A meu ver não tive nenhuma dificuldade na construção do meu portefólio digital.
Realizei as minhas pesquisas na Internet e consultei alguns dos meus trabalhos já realizados em anos anteriores, houve algumas dúvidas, mas foram sempre superadas com êxito pois fui tirando as mesmas com as minhas colegas de turma. Estas dificuldades foram existindo porque existe muita matéria/material na Internet e assim é difícil de seleccionar a matéria que tem maior importância para nós .

23 de setembro de 2010

Outros conceitos de Trabalho

“ O trabalho é a essência do homem, na medida em que é a forma pela qual ele (o homem) se relaciona em bens a que confere valor.” 
                                                                                                                                               Karl Marx


“Com a palavra trabalho estamos a englobar toda a actividade realizada pelo mesmo homem, tanto manual, como intelectual, independentemente das suas características e circunstâncias, quer dizer, toda a actividade humana que se pode e deve reconhecer como trabalho, no meio de toda a riqueza de actividades para as quais o homem tem capacidade e está predisposto pela própria natureza, em virtude da sua virtude da sua humanidade.”
                                                                                                                                 Papa João Paulo II


“O trabalho é tomado como valor estrutural e estruturante da sociedade em que vivemos. Está associado à criação de valores úteis e, por isso, sofre neste momento uma grande mutação em relação às formas como é prestado e organizado.”
                                                                                                                                M. Carvalho da Silva

http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:sMPQvM8d1HsJ:www.solidariedade.pt/UserFiles/File/conceito-trabalho-dm.doc+no%C3%A7%C3%A3o+de+trabalho&cd=1&hl=pt-PT&ct=clnk&gl=pt

19 de setembro de 2010

Conceito de Trabalho


CONCEITO: Trabalho é sobretudo uma forma de relação entre os homens em sociedade e a natureza.

Características do trabalho:
  • Espaço definido;
  • Horário estabelecido;
  • Regras e técnicas de organização.

Para conseguir:
  • Obter um rendimentos;
  • Criar riqueza;
  • Oferecer bem-estar.

(esta informação retirei dos meus apontamentos do ano anterior)

    16 de setembro de 2010

    Saídas profissionais da ASC

     

    Passei pelo nosso moodle e entrei na disciplina de AEC. Encontrei um documento que continha os conteúdos e os objectivo da disciplina e no final dessa página tinha uma sugestão da professora Margarida para abordar as saídas que no nosso curso tinha e também porque tinha haver com a matéria que estamos a abordar agora no módulo e aqui estão algumas que pesquisei na Internet: 


    * Estabelecimentos e Serviços de Apoio Social, de carácter público e/ou privado com ou sem fins lucrativo
    * Associações profissionais, sociais e culturais
    * Centros Culturais e/ou Recreativos
    * Museus
    * Bibliotecas
    * Ginásios
    * Pavilhões e Parques Desportivos
    * Agências de publicidade e marketing
    * Autarquias locais (Juntas de Freguesias e Câmaras Municipais)
    * Escolas de Ensino Pré-escolar, Básico e Secundário
    * Centros de Actividades de Tempos Livres
    * Hotéis
    * Empresas de Organização de Eventos
    * Administração Pública
    *Centros de Apoio Social (Lares, Centros de Dia)
    * Serviços públicos e privados (Hospitais, Centros de Saúde, Centros de Atendimento a pessoas com toxicodependência, Clínicas e Termas, Centros de Colónias de Férias, Clubes, Cooperativas, empresas de animação turística)

    http://animador2s.blogspot.com/2009/02/saidas-profissionais-da-asc.html